Além de uma baixa quantidade de carboidratos, essas farinhas alternativas são ricas em fibras e isentas de glúten

 

Fonte: Dicas de Mulher

 

Atualmente, muito se fala sobre alimentação low carb, que prevê a redução da quantidade de carboidratos ingeridos, não só com o objetivo de perda de peso, mas também de conquistar mais saúde e qualidade de vida.

Na “alimentação convencional”, a recomendação, de forma geral, é que 50% a 55% do que é ingerido no dia seja carboidrato; já na low carb, a redução pode variar de 5% a 45% do que se consome de carboidrato ao longo do dia.

Embora esse tipo de alimentação esteja “em alta” e tenha oferecido bons resultados para quem o segue com orientação profissional, uma dificuldade pode ser ficar sem consumir pães, tortas, entre outros alimentos feitos normalmente com farinha de trigo (esta, nada indicada em dietas low carb). Porém, este não deve ser um empecilho, já que existem farinhas naturais supersaudáveis e com baixa quantidade de carboidratos.

Tais farinhas podem ser usadas, de forma geral, em preparações de bolos, tortas, panquecas, pães e muito mais. Basta saber usá-las! Conheça abaixo as principais farinhas que podem ser utilizadas com sucesso numa dieta low carb.

  1. Farinha de amêndoas

Uma das mais populares atualmente quando o assunto é alimentação low carb, a farinha de amêndoasé isenta de carboidrato e glúten, além de ser fonte de fibras, vitamina E e antioxidantes. Também apresenta gordura monoinsaturada e poli-insaturada, conforme destaca a nutricionista comportamental Patrícia Cruz, mestre em Ciências da Saúde pela Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP) e membro do Departamento de Nutrição da Associação Brasileira para Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (ABESO).

“As farinhas de frutas oleaginosas, como é o caso da farinha de amêndoa, são fontes de gordura mono e poli-insaturadas que auxiliam na redução do LDL-colesterol, oferecendo assim proteção contra as doenças cardiovasculares. Também são ricas em proteínas, isentas de glúten, apresentam vitamina Emagnésio, além das fibras responsáveis por aumentar a saciedade e controlar a glicemia, auxiliando no tratamento do diabetes mellitus”, explica.

Como preparar

Patrícia ensina a receita dessa farinha passo a passo:

  1. Retire a pele das amêndoas. Faça isso colocando-as em água quente por 3 minutos, assim, a pele sairá facilmente.
  2. Depois, leve para assar em forno baixo, somente para secar, não deixe torrar.
  3. Retire do forno, espere esfriar um pouco.
  4. Logo em seguida, bata tudo no liquidificador até virar uma farinha.
  5. Armazene em pote escuro no armário ou geladeira.

Você pode ainda, se preferir, já comprar a farinha de amêndoas pronta a maioria das casas de produtos naturais ou pela internet.

2. Farinha de amendoim

A nutricionista que esta é uma farinha isenta de carboidrato e glúten, é fonte de gordura monoinsaturada e fibras, auxiliando no controle das doenças cardiovasculares e dislipidemias, além de proporcionar o aumento da saciedade e o controle da glicemia – por conta da quantidade de fibras.

Como preparar

Patrícia orienta:

  1. Retire a casca do amendoim (sem sal) e distribua em uma assadeira.
  2. Leve ao forno em temperatura alta, sem óleo, por cerca de dez minutos.
  3. Deixe esfriar. Após isso, bata no liquidificador até formar uma farinha.

Você também encontra a farinha de amendoim à venda nas casas de produtos naturais e na internet.

3. Farinha de casca de maracujá

Patrícia explica que esta é uma boa opção de farinha low carb, mas, vale destacar: ela apresenta carboidrato, porém reduzido. “Além disso, ela é rica em fibras, principalmente a pectina. Atua no controle do colesterol e glicemia também”, diz.

Como preparar

Confira o passo a passo:

  1. Lave bem os maracujás. Corte ao meio e retire muito bem a polpa.
  2. Coloque-os em uma assadeira e leve ao forno médio por 30 minutos. Mexendo às vezes.
  3. Depois, espere esfriar. Bata em um liquidificador até obter uma farinha. Se desejar, pode peneirar.

Você também encontra a farinha de maracujá facilmente à venda nas casas de produtos naturais ouonline.

4. Farinha de banana verde

 

Foto: iStock

Esta farinha, de acordo com Patrícia, pode ser utilizada em pães dando consistência e sabor. “É fonte de vitamina C e cálcio, além de amido resistente (absorvido lentamente), mas é fonte de uma quantidade substancial de carboidrato em sua composição”, explica.

“A farinha de banana verde é rica em carboidrato, porém, em sua maior parte de amido resistente, isto é, apresenta baixo índice glicêmico”, destaca a nutricionista.

Como preparar

Confira o passo a passo:

  1. Higienize as bananas verdes e corte-as em rodelas.
  2. Coloque em uma forma e leve ao forno em temperatura baixa. Asse até que fiquem bem secas.
  3. Retire do forno e espere esfriar. Coloque no liquidificador e bata até formar uma farinha.

Você encontra a farinha de banana verde facilmente à venda, inclusive pela internet.

5. Farinha de semente de abóbora

Rica em fibras, esta farinha possui ainda ácidos graxos poli-insaturados e monoinsaturados. “Apresenta alguns minerais, como ferro, magnésio e potássio. Boa opção de farinha low carb, apresenta baixo teor de carboidrato e é rica em proteína. Atua no controle da fome e dislipidemia”, explica Patrícia.

Como preparar

A nutricionista explica o passo a passo:

  1. Lave as sementes retirando qualquer vestígio da polpa e deixe de molho por pelo menos 4 horas.
  2. Escorra e espere secar por 1 hora.
  3. Leve ao forno médio, mexendo de vez em quando.
  4. Quando estiverem torradas, retire do forno, espere esfriar e bata no liquidificador até formar uma farinha.

Se não encontrar a farinha de semente de abóbora já pronta, você pode optar por comprar apenas as sementes pela internet.

6. Farinha de linhaça

Patrícia explica que esta farinha é isenta de carboidratos, uma boa fonte de fibra solúvel e insolúvel, que auxilia no bom funcionamento do intestino, além de auxiliar na saúde do coração, no controle da glicemia e saciedade (reduzindo peso). É ainda fonte de gorduras saudáveis como o ômega-3.

Como preparar

Patrícia explica que o preparo é bem simples:

  1. Basta bater as sementes de linhaça dourada ou preta no liquidificador até se formar uma farinha.
  2. Armazene em pote escuro na geladeira.

A farinha de linhaça não é cara e é facilmente encontrada à venda em casas de produtos naturais e também na internet.

7. Farinha de coco

Bastante popular quando o assunto é alimentação low carb, a farinha de coco apresenta fibras, proteínas, carboidratos em pequena proporção, gordura monoinsaturada e saturada e é isenta de glúten. “Vai muito bem em pães, saladas de frutas, iogurtes”, explica Patrícia.

Como preparar

A nutricionista orienta:

  1. Escorra muito bem o bagaço do coco e leve ao forno em temperatura média por volta de 3 a 4 horas, até que fique bem dourada.
  2. Deixe esfriar e, depois, bata no liquidificador até que se torne uma farinha fininha.

A farinha de coco também é facilmente encontrada à venda em casas de produtos naturais e lojas online.

8. Farinha de castanha de caju

Patrícia explica que esta farinha é isenta de glúten, rica em gordura mono e poli-insaturadas, previne a dislipidemia, diminuindo o LDL-colesterol. “Além disso, também apresenta magnésio e zinco. É indicada para preparar bolos, farofas, adicionar em iogurtes e saladas de frutas”, diz.

Como preparar

Confira o passo a passo:

  1. Coloque as castanhas em uma assadeira e leve em forno médio.
  2. Retire depois de assadas. Deixe esfriar e bata aos poucos no liquidificador até que se forme uma farinha.

Além de poder ser preparada em casa, a farinha de castanha de caju pode ser encontrada à venda nas casas de produtos naturais ou na internet.

9. Farinha de nozes

Também é isenta de glúten e apresenta uma concentração baixa de carboidrato. “Apresenta ainda antioxidantes, como a vitamina E, e gorduras mono e poli-insaturadas. É indicada no preparo de bolos, tortas e pães”, explica Patrícia.

Como preparar

Confira o passo a passo:

  1. Retire as nozes das cascas, coloque em uma assadeira e leve ao forno até ficarem douradas.
  2. Espere esfriar e vá batendo aos poucos no liquidificador até se formar uma farinha.

A farinha de nozes pode ser encontrada à venda em casas de produtos naturais e na internet.

Em relação às farinhas low carb, Patrícia destaca que elas são, na maioria das vezes, consumidas em preparações como bolos, tortas, panquecas etc. “Mas, caso contrário, o consumo não deve ultrapassar 2 colheres (sopa) rasas por dia”, diz.

“A indicação mais comum do uso das farinhas low carb é em preparações. Com exceção da farinha de coco e de amêndoa que são bem gostosas e podem ser adicionadas em iogurtes e saladas de frutas”, acrescenta a nutricionista.

Apesar de apresentar benefícios notáveis à saúde, as farinhas consideradas low carb também não devem ser consumidas em excesso e o ideal é contar com orientação de um nutricionista para adicioná-las da maneira correta na sua alimentação.

 

        Os problemas da glândula tireoide podem passar despercebidos por anos a fio.

As doenças da tireoide podem ser muito difíceis de serem identificadas, uma vez que seus sintomas são parecidos com os de muitos outros acometimentos. Em consequência, os problemas da glândula podem passar despercebidos por anos a fio. A seguir, veja quais acometimentos podem ser confundidos com distúrbios tireoidianos e como diferenciá-los.

Problemas confundidos com doenças da tireoide

A tireoide é uma glândula localizada no pescoço que produz hormônios que controlam áreas importantes do organismo, como metabolismo, batimentos cardíacos e funções cerebrais. Assim, seu excesso ou falta geram sintomas variados e muito semelhantes a outras condições, como:

Abuso de substâncias

As doenças da tireoide podem ser muito difíceis de serem identificadas, uma vez que seus sintomas são parecidos com os de muitos outros acometimentos. Em consequência, os problemas da glândula podem passar despercebidos por anos a fio. A seguir, veja quais acometimentos podem ser confundidos com distúrbios tireoidianos e como diferenciá-los.

Problemas confundidos com doenças da tireoide

A tireoide é uma glândula localizada no pescoço que produz hormônios que controlam áreas importantes do organismo, como metabolismo, batimentos cardíacos e funções cerebrais. Assim, seu excesso ou falta geram sintomas variados e muito semelhantes a outras condições, como:

Abuso de substâncias

Álcool, drogas e café em excesso geram um estado eufórico temporário semelhante ao hipertiroidismo, distúrbio da tireoide em que há excesso de hormônios.

Anorexia nervosa

Esse distúrbio alimentar gera um estado compulsivo e hiperativo que também é frequente no hipertireoidismo, assim como a perda de peso repentina.

Apneia do sono

Esse distúrbio faz com que a respiração pare e volte várias vezes durante o sono. Em consequência, o indivíduo se sente fraco, com muito sono, irritado e triste, o que também ocorre no hipotireoidismo.

Arritmia cardíaca

A alteração da frequência cardíaca é comum no hipertiroidismo, entretanto, ela também pode ser fruto da condição chamada arritmia. Apenas exames e análise de um especialista podem diferenciar as condições.

Depressão

Uma das premissas médicas para confirmar o diagnóstico de depressão é realizar exames da tireoide para descartar a possibilidade de hipotireoidismo. Essa confusão ocorre especialmente pela semelhança entre os sintomas de hipotireoidismo e depressão, tais como fadiga, perda de memória e concentração, sonolência excessiva, lentidão e tristeza.

Esquizofrenia

Quando há uma produção muitíssimo intensa dos hormônios, em um hipertireoidismo excessivo, o paciente pode apresentar alucinações que semelhantes a quadros de esquizofrenia, distúrbio psiquiátrico em que há desconexão com a realidade. Estresse nada mais é que a reação do organismo mediante momentos de tensão ou ameaça, o que gera reações físicas. Alguns sintomas do estresse no corpo são semelhantes ao hipertireoidismo, como tensão, impaciência, agitação, tremores, palpitação, sudorese e insônia.

Fibromialgia

Essa síndrome é marcada por dor e sensibilidade generalizadas nos músculos, além de também apresentar sentimento de depressão, esquecimento e falta de concentração, sintomas muitos semelhantes aos de hipotireoidismo.

Insuficiência cardíaca

Algumas lesões, defeitos congênitos ou doenças podem fazer com que o coração não bombeie sangue como deveria, comprometendo o sistema circulatório e gerando cansaço, dor nas pernas, formigamento, falta de ar e perda do apetite, que também são sinais que se manifestam no hipotireoidismo.

Parkinson

A doença de Parkinson também é confundida com o excesso do hormônio tireoidiano, visto que os dois acometimentos geram um estado ansioso. O hipertireoidismo ainda é frequentemente ligado aos tipos de ansiedade, como a generalizada e a síndrome do pânico. Ambas as condições causam palpitação, aceleração do ritmo cardíaco, insônia, hiperatividade e irritação.

Como diferenciar?

Apenas o diagnóstico médico, baseado em exames complementares como dosagem do TSH e ultrassonografia da tireoide, poderá definir se há ou não alguma anormalidade da glândula. Assim, busque um especialista assim que os sintomas surgirem.

Fonte: Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica

Antes de uma cirurgia é necessário uma investigação médica completa, que inclua testes diagnósticos. Parte desta investigação inclui:

• História médica completa, doenças, cirurgias anteriores e presença o não de alguma complicação;
• Existência de algum tipo de alergia e tipo de reação às anestesias anteriores;
• Medicações de uso regular, vitaminas, suplementos de ervas, álcool, tabagismo e outras drogas;
• Anticoncepcionais Orais;

Recomendações cirúrgicas são bastante importantes, tais como:

• Parar de fumar;
• Suspender certas medicações que poderiam aumentar o risco de sangramento;
• Como será feita a cirurgia ? Onde?

No dia da cirurgia, não se esqueça do jejum:

• Não ingerir alimentos, bebidas ou quaisquer líquidos.

O correto seguimento das medidas pós-operatórias é fundamental para o sucesso da sua cirurgia. Lembre-se ainda de seguir as recomendações relacionadas aos curativos em casa e não se exponha ao sol.

 

A melhora do viço da pele e do cabelo pode estar relacionada à alimentação. Acabe então com os principais problemas de beleza com a ajuda de alguns sucos poderosos. Mas não precisa passar o dia à base de suco: um copo diariamente é o bastante.

1. Suco seca espinha

Ingredientes
· 1 maçã verde
· 1 folha grande de couve
· 1 rodela de abacaxi
· 1 laranja-lima

Modo de fazer
Bata no liquidificador a maçã, a couve, o abacaxi e a laranja. Se preferir, enfeite o copo com algumas folhinhas de hortelã.

Como age
De ação anti-inflamatória, é desintoxicante e ativa a produção de queratina, diminuindo a oleosidade do rosto e do cabelo.

2. Vitamina 7 anos a menos!

Ingredientes
· 1 cenoura
· 1 fatia média de beterraba
· 2 folhas de couve
· 1 punhado de espinafre
· 1 maçã verde
· 1/2 laranja

Modo de fazer
Passe todos os alimentos na centrífuga e beba bem geladinho. Se preferir a vitamina com consistência mais grossa, bata no liquidificador.

Como age
Essa combinação de ingredientes leva alguns dos alimentos mais poderosos no combate a rugas! A vitamina ainda melhora a textura da pele e deixa o cabelo mais forte e brilhante.

3. Suco pele de bebê

Ingredientes
· 2 maracujás (sem sementes)
· 8 morangos
· 1 fatia de manga
· 1 folha de couve
· 1 copo de água gelada

Modo de fazer
Bata todos os ingredientes no liquidificador e sirva em seguida, com pedrinhas de gelo. Não precisa nem coar!

Como age
Refrescante, desintoxicante, tem ação anti-inflamatória e auxilia na formação do colágeno, evitando o surgimento de rugas.

4. Bebida cabelo de diva

Ingredientes
· 1/2 copo de suco de laranja
· 1 cenoura pequena ralada
· 1 col. (sopa) de linhaça dourada
· 1 buquê de brócolis
· 1/2 copo de água mineral gelada

Modo de fazer
Bata todos os ingredientes no liquidificador e sirva adoçando a gosto, com mel ou adoçante (nada de colocar açúcar, senão você ganha um cabelo de diva e alguns quilos extras).

Como age
Feita com linhaça dourada, ajuda o corpo a produzir queratina, substância que funciona como a “base” de unhas e cabelos fortes. A linhaça pode ser encontrada em farmácias de manipulação ou lojas que vendam produtos naturais.

5. Vitamina antitoxinas

Ingredientes
· 2 folhas de couve
· 1 xíc. (chá) de folhas de espinafre
· 1 punhado de folhas de erva-doce
· 1 copo de suco de laranja
· 1/2 cenoura ralada
· 1 punhado de hortelã
· 1 castanha-do-pará

Modo de fazer
Pique os ingredientes grosseiramente e bata todos no liquidificador, junto com algumas pedrinhas de gelo. Beba logo em seguida, para aproveitar o máximo de nutrientes.

Como age
Energética, essa vitamina limpa todo o organismo, eliminando as toxinas, e ainda tem ação anti-inflamatória, que blinda o corpo contra gripes, resfriados, crises de sinusite e outras doenças.

 

Fonte: Site M de Mulher

Uma pele queimada de sol pode trazer muitos prejuízos a saúde além do desconforto, veja estas dicas para uma pele com queimaduras de sol.

1-Compressas frias

Aplique compressas frias sobre a pele quente com o intuito de esfriar ou use toalhas umedecidas em água fresca. Esse hábito diminui a ardência e a sensação de calor.

2- Hidrate a pele sem medo

Não deixe de passar hidratantes na área afetada. Uma alternativa para aliviar a dor coloque o creme na geladeira por alguns minutos antes de fazer aplicação.

3- Beba muito líquido

Tome bastante água gelada, sucos naturais e água de coco. Essas bebidas combatem a desidratação causada pela exposição ao sol.

4- Evite exposição ao sol

Não exponha a pele queimada ao sol por um tempo, pois nesse estágio a pele encontra-se sensível a qualquer agressor. Fique na sombra e proteja-se com roupas largas e frescas.

5- Nunca estoure as bolhas

Nunca fure as bolhas por conta própria e quando elas estourarem sozinhas, jamais puxe a pele. As bolhas protegem a pele nova e sensível que ainda vai amadurecer

6- Não puxe a pele descamada

Evite arrancar a pele que está descamando. Essa pele serve para proteger a que está nascendo.

7- Exagerou no sol

Se queimou muito, não deixe de consultar o seu dermatologista para verificar o estágio da queimadura e se há necessidade de usar medicamentos para aliviar a dor.