Ele está presente na mesa dos brasileiros de diferentes formas e nem sempre explícita

 

Fonte: Vigilante da Causa Magra/Estadão

Dispensável por ser fonte de calorias vazias, que não agregam nutrientes ao organismo, o açúcar é um dos grandes vilões da dieta e da vida saudável. Eliminá-lo completamente não é algo fácil, mas é totalmente possível e se reflete na silhueta e na saúde. No post, a nutróloga Ana Luisa Vilela, de São Paulo. explica o que acontece com o nosso organismo quando cortamos o açúcar refinado da nossa vida.

“O açúcar refinado não é nada bom para a saúde. Abolir este ingrediente da dieta é algo que deve ser feito aos poucos para evitar a síndrome da abstinência e uma possível recaída, mas é algo que todos deveriam fazer”, afirma.

De acordo com ela, a abstinência pode surgir de diversas formas,: desejo, insônia, irritação e até dores de cabeça. “Isso ocorre porque o açúcar refinado é uma substância tão viciante quanto a cocaína”, diz.

Cientistas da universidade americana de Princeton descobriram, em 2011, que o ingrediente afeta a mesma região ligada ao prazer e bem-estar que a droga, tornando-se fonte de vício para muitas pessoas.

Ana explica que são muitos benefícios em tirar o ingrediente da mesa. O principal deles é o emagrecimento. “A falta do açúcar refinado favorece a quebra da gordura, principalmente na região do abdômen. Por isso, as pessoas que não ingerem o ingrediente emagrecem e desenham o corpo com muito mais rapidez e facilidade”, destaca.

Outro benefício é afastar o risco de diabetes tipo 2. “Esse tipo de doença crônica é causada pela intolerância do organismo à insulina, que sobrecarrega o pâncreas e pode levar a diversos outros problemas de saúde potencialmente fatais, como doenças cardíacas e falência renal”, diz a especialista.

Os dentes também vão ficar mais fortes e claros. “Sofrem menos chances de serem atacados pelas cáries e outros problemas bucais.”

O açúcar refinado também favorece processos inflamatórios, como a celulite, e até a fermentação no intestino, que ajuda no aparecimento da candidíase. “O que comemos pode ser remédio ou veneno, dependendo da dose. Vemos que as pessoas têm consumido hoje muito mais calorias do que há 50 anos e, como consequência, temos doenças que nossos antepassados não tinham”, observa.

RETIRADA GRADUAL

Os docinhos do dia a dia podem ser trocados por frutas, doces, como manga, uva e caqui, que são ricos em frutose – um açúcar natural e mais saudável -, o cafezinho e o suco podem ser adoçados com adoçantes de stévia, sucralose ou aspartame para não perder a referência do sabor, e até o chocolate ao leite pode ser substituído pela versão amarga, 70% cacau.

“Começar é meio caminho andado. O corpo não vai sentir falta do açúcar porque você vai continuar fornecendo energia para ele por meio dos carboidratos, como pães, batata e arroz – preferencialmente na versão integral. O consumo de açúcar é mais social do que fisiológico”, diz.

Feito com ingredientes que ajudam o corpo a desinchar, o sorvete detox é ideal para quem procura uma versão mais saudável dessa sobremesa

Fonte: Dicas de Mulher

Quanto mais nos aproximamos do verão, mas sentimos vontade de tomar aquele delicioso sorvete de sobremesa ou mesmo em um fim de tarde ensolarado.

Não há como negar que os sorvetes são irresistíveis, não é mesmo? O problema é que as versões industrializadas do sorvete de massa não são nada interessantes para a nossa saúde.

Esses alimentos costumam ser ricos em açúcar, que é absorvido muito rapidamente pelo organismo e gera pico glicêmico, fazendo com que você sinta fome pouco tempo depois e favorecendo o acúmulo de gordura no abdômen.

Além disso, os sorvetes industrializados contêm muitas gorduras saturadas, que, quando consumidas em excesso, podem favorecer o surgimento de doenças cardiovasculares.

E, é claro, para quem deseja perder alguns quilos ou mesmo manter o peso, os sorvetes de massa não costumam ser uma boa escolha, pois eles podem ser bastante calóricos. Cem gramas de sorvete de chocolate, por exemplo, oferecem 207 calorias.

Isso tudo, porém, não significa que você vai ter que passar o verão inteiro sem tomar um sorvetinho! Caso você esteja em busca de uma versão mais saudável dessa guloseima, você pode experimentar o sorvete detox, um sorvete de massa feito com suco verde.

A dica é do youtuber Flavio Giusti, do canal VegetariRANGO. Anote os ingredientes e confira o passo a passo a seguir:

Ingredientes

Para fazer o sorvete de massa de suco verde, você vai precisar dos seguintes ingredientes:

  • 4 folhas de couve
  • ½ abacaxi grande
  • ½ xícara de hortelã
  • 1 pedaço de gengibre de mais ou menos 2 dedos (opcional)
  • água mineral
  • 1 colher de sobremesa de emulsificante
  • 1 colher de sobremesa de liga neutra
  • melado ou açúcar orgânico (opcional)

Além desses ingredientes, você também vai precisar de um liquidificador e de uma batedeira. Acompanhe o passo a passo:

  1. Depois de lavar todos os ingredientes, pique as folhas de couve grosseiramente, corte o abacaxi em cubos e deixe o gengibre em lascas;
  2. Coloque a couve, o abacaxi, a hortelã e o gengibre no liquidificador e adicione um pouco de água mineral para bater até obter uma mistura homogênea;
  3. Coe a mistura com uma peneira e retorne apenas 500 ml do líquido para o liquidificador;
  4. Acrescente 1 colher de sobremesa de liga neutra e bata por mais um minuto;
  5. Leve a mistura ao freezer e deixe lá até congelar;
  6. Triture o suco congelado com auxílio de uma colher até obter uma raspadinha e coloque-a no recipiente da batedeira;
  7. Adicione 1 colher de sobremesa de emulsificante e bata por 10 a 20 minutos na velocidade máxima. Se desejar, acrescente açúcar orgânico ou melado;
  8. Leve a mistura novamente ao freezer e aguarde até congelar.

Este sorvete detox é feito com ingredientes diuréticos, como o abacaxi e a hortelã, e ainda conta com o gengibre, que tem propriedades termogênicas. Isso sem falar na couve, um vegetal desintoxicante que contém muitas vitaminas e minerais e ainda combate a inflamação.

Assim, ao consumir essa sobremesa, você ajuda seu corpo a prevenir a retenção de líquidos e favorece a eliminação de toxinas, reduzindo o inchaço.

Caso a sua vontade seja mesmo tomar um sorvete tradicional, lembre-se de que o segredo da alimentação saudável está na moderação. Uma bolinha de sorvete de chocolate de vez em quando não vai ser um problema tão grande assim.

"Alimentos são remédios, mas também causam doenças”.

“Alimentos são remédios, mas também causam doenças”.

 

Fonte: Blog Vigilante da Causa Magra/Estadão

Os alimentos podem atuar como amigos e inimigos no processo inflamatório do organismo, também considerado o grande causador da obesidade. Segundo o farmacêutico e homeopata Jamar Tejada, de São Paulo, “alimentos são remédios, mas também causam doenças”.

De acordo com ele, quando uma pessoa se alimenta mal, maior é a quantidade de toxinas presente no corpo, e isso exigirá mais do organismo para a recuperação das células intoxicadas.

“Funciona mais ou menos como quando temos febre: o nosso corpo sobe a temperatura para matar esses agentes agressores. Quanto mais radicais livres no nosso organismo, maior a toxicidade e maior o processo inflamatório. Além disso, o tecido adiposo, em situações de sobrecarga, no caso da obesidade, emite citocinas inflamatórias com origem nos próprios adipócitos“ explica o especialista.

Tejada destaca que o consumo de antioxidantes tem papel fundamental nesse processo anti-inflamatório.

“Frutas coloridas como uva roxa, berries, açaí e romã são grandes aliadas”, afirma.  E acrescenta: “Sem esquecer de do chá verde, do açafrão, canela e até cacau.”

Para a lista dos proibidos, o especialista deixa claro que devem ser riscados do cardápio alimentos como: refrigerantes, óleos reutilizados, sal branco refinado e embutidos em geral, pois desencadeiam o  processo inflamatório.

Quem nunca ouviu, pelo menos alguma vez, a frase: “suco de laranja engorda”.

Fonte: Blog Vigilante da Causa Magra/Estadão

 

A maioria dos nutricionistas bane o suco de laranja das dietas. Quem nunca ouviu, pelo menos alguma vez, a frase: “suco de laranja engorda”. Fora dos consultórios, há quem prefira o questionável consumo de refrigerantes zero caloria, ao invés dos sucos da fruta. Tudo em nome da boa forma. Afinal, o suco de laranja realmente engorda?

Para falar sobre o tema, convidamos a professora Thais Borges Cesar, associada de Nutrição e Saúde do Departamento de Alimentos e Nutrição da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Unesp.

Eis a entrevista:

É muito comum ouvirmos a seguinte frase: “Suco de laranja engorda”. Tanto que essa opção é banida dos consultórios de nutricionistas e da dieta. Afinal, é verdade ou mito?

Thais Borges Cesar – Puro mito. Nenhum alimento pode ser responsabilizado pelo ganho ou perda de peso. Muito menos o suco de laranja, que é um alimento valioso de se ter na dieta devido à suas propriedades antioxidantes, que nos protegem contra as doenças e o envelhecimento precoce. De fato, é o conjunto dos alimentos compreendidos na dieta habitual que será responsável pelo ganho, manutenção ou perda de peso.

 

Quais sãos os benefícios do suco de laranja?

Thais – Inúmeros, e estão relacionados aos componentes bioativos que estão no suco de laranja: Vitamina C, Folato, Cálcio, Potássio e Flavonoides Cítricos. Esses compostos vão ajudar na integridade das células e tecidos devido a sua capacidade antioxidante e reparadora (vitamina C e Folato), na saúde dos ossos e equilíbrio de eletrolítico do sangue (Cálcio e Potássio), e ainda ação redutora de Colesterol sanguíneo e da Resistencia à Insulina (Flavonoides Cítricos).

 

Para uma dieta de emagrecimento, quanto pode ser consumido por dia?

Thais – Nos testamos dois copos por dia entre as principais refeições, e funcionou muito bem para nossos pacientes obesos, que perderam peso ao final do experimento. O suco de laranja aumentou a saciedade e reduziu a ingestão na próxima refeição. Então, nossa sugestão é de um a dois copos por dia, no lugar dos lanchinhos.

 

E em relação aos demais sucos?

Thais – Todos os sucos de frutas são também excelentes, mas devem ser consumidos sem açúcar adicionado, e de preferência 100% integrais. As pessoas podem fazer em casa usando frutas frescas, ou comprar no mercado os sucos 100% que estão disponíveis nas geladeiras. Em termos nutricionais, não há muita diferença entre os sucos caseiros e os prontos pra beber (comerciais), desde que sejam 100% integrais e sem açúcar em ambos os casos. O consumo de sucos de outras frutas vão adicionar outras propriedades interessantes na nossa dieta, que não são as mesmas que o suco de laranja. Então, é recomendado variar para obter maior vantagem do consumo de frutas.

 

E no caso dos pacientes com diabetes, por exemplo, já que a fruta tem seu açúcar natural. Como proceder?

Thais – Um copo de 250 ml de suco de laranja contém em média 20 a 22g de açúcares, e seu índice glicêmico é de aproximadamente 70, ou seja, é considerado médio a baixo. Portanto, todo diabético deve considerar este aspecto antes de tomar o suco, principalmente se for em jejum ou mesmo sozinho, e aí fazer o cálculo da insulina necessária para metabolizar a glicose resultante da ingestão do suco de laranja na circulação sanguínea. Mas se o suco de laranja for tomado junto com uma refeição principal, como almoço ou jantar, o impacto glicêmico do suco será muito menor, pois vai estar diluído com os outros ingredientes da refeição. É o que chamamos de Carga Glicêmica, quando consideramos todos os ingredientes da refeição juntos, o que em geral reduz bastante o impacto dos alimentos na glicemia. Então, para o diabético é necessário, em primeiro lugar, estar com a glicemia controlada durante todo o dia, e usando as técnicas adequadas, como a contagem de carboidratos da dieta, ele poderá com certeza ingerir alimentos como o suco de laranja para obter os benefícios na sua alimentação.

Programação metabólica é o conceito de que todo o evento que acontece com o indivíduo, na vida intrauterina e na lactação, pode ter repercussões na vida adulta.

 

Fonte: Blog Vigilantes da Causa Magra/Estadão

 

Você já ouviu falar sobre programação metabólica? Sabia que muito do que acontece pode ter sido fruto de algum evento registrado ainda na vida intrauterina?

Para tratar o tema, convidamos a conceituada médica Bruna Pitaluga Peret Ottani, ginecologista e obstetra, pós-graduada em Nutrologia e membro do The Institute for Functional Medicine (IFM). Veja, a seguir, a entrevista:

 

O que é programação metabólica?

Bruna – Programação metabólica é o conceito de que todo o evento que acontece com o indivíduo, na vida intrauterina e na lactação, pode ter repercussões na vida adulta. Por exemplo, se durante a gestação uma mulher ingere álcool, o feto pode ter repercussões tardias, como retardo do desenvolvimento em decorrência dos efeitos metabólicos do álcool sobre o cérebro do feto. Esse é um conceito atual, e extremamente relevante, em decorrência da pandemia de doenças crônico-degenerativas que a humanidade vivencia, como diabetes e hipertensão arterial sistêmica. Pesquisadores do mundo todo estudam os efeitos da exposição dos fetos a agentes externos como cigarro, fumo, excesso de açúcar (quando a mãe tem diabetes), deficiência de nutrientes (por exemplo,  folato), deficiência de ácidos graxos (por exemplo, ômega 3).

 

O que define os estudos da programação metabólica?

Bruna – A epigenética é a denominação da influência do ambiente sobre nossos genes. Esse conceito define os estudos de programação metabólica. O conceito dos 1000 dias, tão utilizado pelas Sociedades de Pediatria do mundo, é baseado na epigenética e estende a programação metabólica até os dois anos de vida.

 

Uma gestante pode determinar o futuro metabólico do seu filho, então?

Bruna – Imagine que o corpo é uma Ferrari. Agora, imagine colocar gasolina adulterada na Ferrari. O funcionamento será o mesmo? Não. A mesma coisa acontece com uma gestante. O combustível que ela fornecerá na forma de nutrientes pode interferir no metabolismo do bebê. No entanto, claro, esse não é o único fator determinante. Uma criança que teve uma exposição intra-útero às toxinas pode na vida adulta manter um estilo de vida saudável e não desenvolver doenças. O que os pesquisadores entendem é que, se dentro do útero os fetos são expostos a uma situação prejudicial, e na vida adulta adotam hábitos de vida ruins, como sedentarismo e tabagismo, a chance de desenvolver doenças crônicas é maior. Um exemplo fácil é o uso de ácido fólico. Toda mulher que quer engravidar suplementa com comprimidos de ácido fólico para prevenir doenças do tubo neural. Logo, a deficiência dessa vitamina é um fator que pode interferir na programação metabólica do feto.

 

O que uma mulher pode fazer para oferecer as melhores condições para o desenvolvimento do seu filho?

Bruna – Toda mulher que deseja engravidar deve procurar o seu médico obstetra para consulta pré-concepcional, no mínimo, 90 dias antes do período que ela começará a tentar engravidar. Isso é importante porque o profissional que irá atendê-la deve realizar uma consulta completa com história clínica, incluindo doenças, uso de medicamentos, hábitos de vida, prática de atividade física etc, exame físico, com medida da pressão arterial, e solicitar exames complementares, como glicemia de jejum. Diante desses dados, o profissional deve orientar a mulher quanto às mudanças de estilo de vida e, em caso de necessidade, correção de deficiências nutricionais e orientações personalizadas. Durante o pré-natal, com as consultas regulares, a mulher deve ser avaliada quanto à detecção de possíveis alterações, por isso as consultas devem ser periódicas. Ganho de peso acima do esperado pode ser indicativo de diabetes gestacional. Filhos de mães que tiveram diabetes na gestação são mais propensos à obesidade, doenças cardiovasculares e até câncer na vida adulta. Creio que o conceito de programação metabólica é uma oportunidade que toda a mãe tem para assegurar o melhor potencial de saúde que ela pode dar aos seus filhos. E não é esse o maior presente que podemos receber das nossas mães?

 

 

Se você está sofrendo com as desagradáveis casquinhas que caem do seu couro cabeludo, descubra como evitar esse problema

 

Fonte: Dicas de Mulher

Se existe uma coisa desagradável é você perceber que seu casaco preto está repleto de pequenos pontos brancos que caíram direto da sua cabeça… São as temidas caspas.

Ninguém gosta de exibir essas casquinhas por aí, mas é importante saber que elas não são um sinal de falta de higiene. Na verdade, a caspa é uma consequência da descamação do nosso couro cabeludo.

Em geral, uma descamação leve e fina não é sinal de problemas, consistindo apenas na renovação das células da pele que reveste nossa cabeça.

A caspa de verdade aparece quando couro cabelo libera crostas maiores, em uma descamação excessiva que caracteriza uma forma branda da dermatite seborreica.

Se esse problema incomoda demais a sua vida, é necessário procurar um médico dermatologista para verificar se existe alguma inflamação no seu couro cabeludo. Enquanto isso confira nossa lista com alguns hábitos que pioram esse quadro:

  1. Lavar o cabelo com água muito quente

A água em temperatura muito elevada pode causar o ressecamento do couro cabeludo, o que vai resultar em um aumento na produção de óleo e na descamação das células dessa região.

Esse hábito é mais comum no inverno, quando o clima frio faz com que tomemos banhos mais quentes e mais demorados, contribuindo para o agravamento da caspa.

  1. Deixar resíduos de shampoo ou condicionador no cabelo

O hábito de não enxaguar o shampoo ou o condicionador totalmente na esperança de controlar o volume dos fios durante o dia pode contribuir para o surgimento da caspa, pois os fios vão ficar cheios de resíduos.

  1. Aplicar cremes para pentear no couro cabelo

Os cremes para pentear e demais produtos leave-in devem ser aplicados somente no comprimento dos fios, e nunca no couro cabeludo.

Ao serem usados nessa região, esses produtos aumentam a oleosidade da pele e deixam um monte de resíduos acumulados, contribuindo para o aumento da descamação.

  1. Lavar os cabelos em excesso

Como dissemos anteriormente, a caspa não é sinal de falta de higiene, podendo até mesmo ser um sinal de excesso de lavagens dos cabelos.

Ao submeter os cabelos a um excesso de água quente e shampoo, acabamos removendo toda a oleosidade natural do couro cabeludo. Como consequência, a pele dessa região pode agir em um efeito rebote e aumentar ainda mais a produção de óleo, piorando a caspa.

  1. Dormir com os cabelos molhados

Hábitos como dormir ou amarrar os cabelos molhados também contribuem para o aumento da caspa, pois o couro cabeludo fica abafado e não seca direito. Da mesma forma, o uso constante de toucas, bonés e chapéus também pode acentuar esse problema.

Alimentos que ajudam a controlar a caspa

De forma geral, uma dieta rica em gordura animal e açúcares prejudica o funcionamento das glândulas do corpo, inclusive as sebáceas, contribuindo para o surgimento da caspa. Por isso, uma alimentação saudável, com consumo controlado de carnes vermelhas e doces, é o primeiro passo para evitar esse problema.

Para quem sofre com a descamação excessiva do couro cabeludo, é interessante incluir alguns alimentos que contribuem na prevenção da caspa:

Laranja

A parte branca da laranja, chamada de pectina, é composta por fibras que ajudam o organismo a eliminar as toxinas, que, em excesso, contribuem para o aumento da oleosidade e o surgimento da caspa. A pectina também pode ser encontrada na poncã.

Gengibre

O gengibre atua na digestão e, em consequência, também ajuda a combater a caspa. Além disso, as propriedades antifúngicas e antibacterianas dessa raiz dificultam a instalação desses micro-organismos no couro cabeludo.

Semente de girassol

As sementes de girassol são ricas em zinco, que ajuda a controlar a produção de sebo. Além disso, elas fornecem vitamina B6, que é essencial para a absorção do zinco pelo intestino e também para outros processos metabólicos, contribuindo para a saúde do couro cabeludo.

Se você sentir que o problema está piorando e que seu couro cabeludo está coçando, o melhor a fazer é procurar orientação médica, pois pode ser necessário fazer um tratamento com produtos específicos para acabar com a caspa.

Alimentação inadequada pode interferir na libido, diz especialista

Fonte: Blog Vigilante da Causa Magra

A alimentação inadequada, assim como a depressão, a ansiedade e o estresse podem interferir na libido tanto para mulheres como homens. É o que explica a médica Bruna Pitaluga Peret Ottani, pós-graduada em Nutrologia e membro do The Institute for Functional Medicine (IFM). Em entrevista ao blog Vigilante da Causa Magra, a especialista comenta de que maneira homens e mulheres podem tentar melhorar a libido com a adoção de práticas alimentares saudáveis e atividades físicas. “Consumir regularmente banana, nozes, abacate, crustáceos, ovo, grãos (ex lentilha) e chocolate podem melhorar o desejo sexual”, afirma ela.
Leia, a seguir, a entrevista:
O que é a libido?

Dra Bruna – Libido é o desejo sexual de um homem e de uma mulher. É a motivação para a prática sexual.

Existe diferença da libido entre os sexos?

Dra Bruna – Muitas. As mulheres são mais complexas que os homens quando se trata de libido. Defino essas diferenças com a seguinte frase: O homem tem relação sexual para relaxar e a mulher tem relação sexual quando está relaxada. As questões da psiquê e de metabolismo são diferentes entre homens e mulheres e devem ser avaliadas e respeitadas.

É verdade ou mito que a prática sexual emagrece?

Dra Bruna – Dependendo da prática sexual, sim, como qualquer atividade física. Porém, mais importante do que a prática para emagrecer, a relação sexual conecta duas pessoas, libera hormônios que diminuem a tensão e melhoram o relacionamento entre duas pessoas.

Quais são os fatores que interferem na libido?

Dra Bruna – A libido vai além de fatores fator orgânicos. É uma questão sentimental e complexa que exige sintonia entre as duas pessoas envolvidas no ato sexual. Quando as questões pessoais, familiares, econômicas e psicológicas estão alinhadas, o desejo para a relação é muito mais natural. No entanto, o sexo quando existe com problemas pessoais (ex problemas no emprego) ou em casa (ex com filhos) se torna mais difícil porque a mente não relaxa, logo o corpo não se permite ter libido. Portanto, depressão, ansiedade e estresse são fatores que interferem muito na libido. Doenças, como diabetes, também interferem na libido, porque alteram o fluxo sanguíneo que vai para os órgãos sexuais. Por isso, homens com diabetes estão mais propensos a disfunções eréteis. Alterações hormonais, como na menopausa, interferem na libido pois alteram os níveis de estrogênio, progesterona e testosterona, levando a uma série de sintomas, incluindo ressecamento vaginal e perda da libido. Endometriose e sangramento uterino anormal podem causar desconforto e dor reduzindo a libido. O uso de drogas e tabagismo também modificam o funcionamento fisiológico dos órgãos sexuais e podem interferir com o desejo e desempenho.

 De que maneira a alimentação está relacionada à libido

Dra Bruna – De muitas maneiras. A libido é maior em pessoas saudáveis do que em pessoas doentes. Como eu disse, diabetes é um fator de risco para disfunção erétil, logo alimentos com alta carga glicêmica interferem no desejo e desempenho sexual. Consumo excessivo de cafeína e tabagismo também são práticas que devem ser abolidas em pessoas que notam alteração na libido. Alguns alimentos podem ser utilizados para liberação de neurotransmissores, como serotonina. Consumir regularmente banana, nozes, abacate, crustáceos, ovo, grãos (ex lentilha) e chocolate podem melhorar o desejo sexual.

O que pode ser feito para melhorar a libido?

Dra Bruna – A libido é fruto de um relacionamento intenso entre duas pessoas que culmina com a prática sexual, namorar antes do ato sexual cria cumplicidade e excita. Se o parceiro (a) é carinhoso, amável, respeitoso e interessado, a relação é mais prazerosa para os dois. Se uma pessoa enfrenta problemas com libido deve se perguntar como está a relação com a outra parte envolvida no ato, primeiramente. Depois, avalie o estilo de vida: tabagismo, uso de drogas, bebida alcoólica, alteração do ciclo do sono são algumas das práticas nocivas para a libido. Atividade física regular melhora a auto-estima, questões circulatórias e liberam endorfina. Além disso, uma alimentação rica em nutrientes é fator que interfere positivamente na libido.

Uma das táticas para a tarefa ficar menos árdua é não armazenar doces e outros alimentos calóricos em casa nem na gaveta do escritório!

Fonte: Boa Forma

 

Por que é tão difícil fazer dieta? A resposta pode estar na molécula NPGL (da expressão em inglês neuro-excitingprotein), recém-descoberta por cientistas da Universidade de Hiroshima, no Japão. Ela é responsável por ativar a região do hipotálamo que controla a energia do organismo sempre que o combustível está baixo – situação frequente em dietas restritivas. Por isso, o desejo de devorar alguma coisa vem ainda mais intenso (se tiver um chocolate por perto, você vai comer!).

E não tem muito a ser feito, a não ser evitar a exposição às tentações. “Então não armazene doces e outros alimentos calóricos em casa nem na gaveta do escritório”, orienta a endocrinologista Maria Edna de Melo, presidente da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso). E, claro, fuja das dietas radicais, combinado?

Você só gosta do arroz bem branquinho? Então está na hora de conhecer os tipos parboilizado e integral, que são mais benéficos para o organismo.

Fonte: Dicas de Mulher

Quem é que resiste a um arroz recém-saído do fogão, bem temperado e soltando fumacinha? Por mais comum que o arroz seja um prato simples do dia a dia, ainda assim é difícil não colocar algumas colheradas desse alimento no prato.

O arroz é praticamente sagrado nas mesas das famílias brasileiras, e uma refeição em que ele não esteja presente parece incompleta. Como você deve imaginar, o arroz branco é a variedade mais comum, mas ela não é a única.

Inclusive, você já deve ter ouvido falar que o arroz branco não oferece tantos benefícios à saúde quanto outros tipos desse grão, e isso não é mentira.

Se você não resiste a um bom arroz no prato, é importante conhecer as diferenças entre os principais tipos para tomar a melhor decisão de acordo com o que você busca na sua alimentação. Vamos conferir.

Arroz branco

Branquinho, saboroso, macio e rápido de cozinhar, o arroz branco é o verdadeiro rei entre as variedades desse grão, que ainda tem um tempo de vida mais longo do que os outros tipos.

Também conhecido como arroz polido, essa variedade passa por um extenso processo de beneficiamento no qual são removidas as camadas externas do grão integral, conhecidas como pericarpo, tegumento, camada de aleurona e embrião.

O objetivo desse polimento é justamente melhorar o sabor, a aparência e a textura do grão, deixando-o mais delicado e mais agradável ao paladar dos brasileiros, de forma a atender à demanda do mercado.

O problema é que o arroz branco, embora seja delicioso, é muito rico em carboidratos e pobre em nutrientes como vitaminas e mineiras, pois eles são perdidos durante o processo de polimento. Em consequência, ele oferece muitas calorias e poucas propriedades nutritivas.

 

Arroz parboilizado

O arroz parboilizado é um arroz pré-cozido – inclusive, a palavra “parboilizado” vem da expressão em inglês “partial boiled”, que significa “parcialmente fervido”. Isso quer dizer que, antes do polimento, os grãos passam por uma fervura para que parte dos nutrientes da casca (que seriam perdidos) seja transferida à camada interior.

Dessa forma, os grãos de arroz parboilizados ficam com uma coloração mais amarelada, e eles são considerados uma alternativa mais saudável ao arroz branco, que acaba perdendo todos esses nutrientes.

Durante a parboilização, os grãos passam por três etapas. A primeira delas é o encharcamento, quando o grão, ainda com a casca, é mergulhado em água quente por algumas horas. Essa etapa permite que uma parte das vitaminas e dos sais minerais da casca seja absorvida pela parte interna do grão.

A segunda etapa é a gelatinização, quando o arroz ainda úmido é colocado em um ambiente com alta pressão e vapor. Nesse processo, as vitaminas e os sais minerais são fixados nos grãos. Depois, o arroz passa por uma etapa de secagem para que seja posteriormente descascado e polido, da mesma forma que acontece com o arroz branco.

Para você poder comparar, 100 gramas desse tipo de arroz oferecem 123 calorias, o que não é muito diferente do arroz branco. Porém, em termos nutricionais, o arroz parboilizado é bem mais interessante, por ele oferece 0,2 mg de vitamina B1 (19,3% das necessidades diárias) e 0,1 mg de vitamina B11 (20,3%) – o arroz branco fornece um pouco dessas vitaminas também, mas as quantidades representam menos de 15% da necessidade diária.

Em relação à vitamina B3, o arroz parbolizado oferece 2,3 mg, correspondendo a 14,4% das necessidades diárias, enquanto o branco fornece apenas 1,5 mg (9,2%). Vale destacar também o conteúdo de vitamina B6, de 0,2 mg, que corresponde a 11,1% das necessidades.

O conteúdo de ferro, por sua vez, é de 1,8 mg, o equivalente a 12,1% das necessidades diárias. A quantidade de selênio fornecida pelo arroz parboilizado é ainda maior do que no arroz branco (31% das necessidades), mas o manganês sofre uma pequena queda: 100 gramas oferecem 0,4 mg desse mineral (17,7%).

O arroz parboilizado é um tipo intermediário entre o arroz branco e o arroz integral e pode ser uma boa opção para quem não se acostuma de jeito nenhum com o integral. Seu cozimento requer um pouco mais de água, mas leva menos óleo e demora uns minutos a menos.

Arroz integral

Por ser a variedade de arroz mais rica em nutrientes e oferecer mais benefícios ao organismo, o arroz integral é o queridinho dos profissionais de nutrição. Ele não passa pelo processo de polimento e, dessa forma, consegue manter todas as suas vitaminas e minerais.

O arroz integral consiste no grão em sua forma natural, passando apenas por uma etapa de descascamento. Por isso, ele é uma boa fonte de vitaminas do complexo B, proteínas e minerais, como fósforo, ferro e potássio.

Além disso, como outros grãos integrais, esse tipo de arroz é rico em fibras, portanto ele ajuda a regular o funcionamento do intestino e a controlar os níveis de colesterol e açúcar no sangue.

Ainda, por conter carboidratos complexos que demoram mais a ser digeridos, o arroz integral é mais eficiente na hora de conferir sensação de saciedade e não forma pico glicêmico, o principal responsável por aquela forme absurda pouco tempo depois das refeições e também pelo acúmulo de gordura na região abdominal.

O arroz integral é um pouco menos calórico que o branco e o parboilizado, oferecendo 112 calorias a cada 100 gramas. Essa mesma quantidade também oferece 45,3% das necessidades diárias de manganês (0,9 mg) e 32,7% das de selênio (menos de 0,1 mg). O cobre (10% das necessidades diárias), o magnésio (14,3%), o fósforo (12%) e o zinco (9%) também se destacam no arroz integral.

Dicas para preparar o arroz integral

Uma das desvantagens do arroz integral que acaba afastando muita gente desse alimento é que ele é um pouco mais complexo na hora do preparo, mas basta seguir algumas dicas para facilitar o processo.

O primeiro passo é utilizar mais água do que você usaria para cozinhar o arroz branco: adicione 2 xícaras e meia de água para cada xícara dos grãos integrais. A segunda dica é estar preparada para aguardar mais tempo para o cozimento, que vai de 30 a 40 minutos.

Caso você não esteja costumada a consumir o arroz integral, pode ser uma boa ideia trocá-lo primeiro pelo parboilizado, que é mais parecido com o branco, e somente depois partir para o arroz integral. Você também pode misturar as variedades no começo, desde que as cozinhe separadamente para que todos os grãos fiquem no ponto certo.

Se você simplesmente não consegue comer o arroz integral, tente pelo menos trocar o arroz branco pelo parboilizado, que fica no meio do caminho e oferece mais benefícios para a saúde.

O que hormônios tem a ver com altruísmo e a disposição para competir e assumir riscos financeiros?

Fonte: Veja/Economia

O uso de métodos anticoncepcionais de via oral, como a pílula, não afeta preferências econômicas.

Esta é a conclusão de um estudo recente de um time de pesquisadores (quase todas mulheres) do hospital da Universidade de Karolinska e da Escola de Economia de Estocolmo, ambos na Suécia.

340 mulheres entre 18 e 35 anos participaram por três meses de um experimento em que uma parte recebia anticoncepcionais orais e a outra parte recebia um placebo.

No final do período, todas participaram de um tipo de jogo que envolvia recompensas monetárias reais e media seu altruísmo e sua disposição para competir e assumir riscos financeiros.

Resultado: nenhuma diferença estatisticamente significativa nas características básicas dos dois grupos.

A mesma coisa aconteceu quando o estudo diferenciou entre quem estava em cada fase do ciclo menstrual no momento do teste, entre os níveis de hormônio no sangue ou entre quem tinha ou não usado anticoncepcionais no passado.

A conclusão importa porque alguns estudos anteriores haviam encontrado relação entre a variação hormonal do ciclo menstrual e questões como competição, disposição para risco e aversão a perda.

No limite, isso pode ser usado por quem queira justificar que a desigualdade econômica verificada entre os gêneros (como a salarial) é mero resultado de diferenças biológicas.

O novo estudo, que usa um grupo bem mais amplo, sugere que talvez a pequena escala de estudos anteriores tenha criado falsos positivos, ou que incentivos perversos de publicação tenham favorecido estudos com resultados claros em detrimento daqueles que não encontraram relação.

E a questão permanece: “apesar de diferenças sistemáticas nas preferências econômicas masculinas e femininas terem sido documentadas em um número grande de estudos experimentais, menos é sabido sobre o que determina estas diferenças. Os determinantes podem ser sociais ou biológicos ou uma combinação de ambos”.

Uma coisa é certa: a criação da pílula anticoncepcional no começo dos anos 60 teve efeitos econômicos concretos.

A possibilidade da mulher controlar seu ciclo reprodutivo sem auxílio masculino aumentou sua capacidade de planejar sua educação e carreira no longo prazo, favorecendo sua participação e crescimento no mercado de trabalho.

O estudo aponta que mais de 100 milhões de mulheres usam hoje a pílula anticoncepcional oral, com taxas que se aproximam de 80% da população feminina fértil nos Estados Unidos e Europa Ocidental.